• Conte a sua história ao vento,
    Cante aos mares para os muitos marujos;
    Cujos olhos são faróis sujos e sem brilho.

    Escreva no asfalto com sangue,
    Grite bem alto a sua história antes que ela seja varrida na
    Manha seguinte pelos garis.

    Abra o peito em direção dos canhões,
    Suba nos tanques de Pequim,
    Derrube os muros de Berlim,
    Destrua as cátedras de Paris.

    Defenda a sua palavra,
    A vida nao vale nada se você nao tem uma boa história pra contar.
  • I am a
    Sunflower

    What Flower
    Are You?

  • I AM A SUNFLOWER

    "When your friends think smile, they think of you. There is not a day that goes by that you can't find something good about the world and your fellow human."
  • Do Jeito que Passou, Passou…

  • Dia-a-Dia

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  • Jeitos que Passaram por Aqui

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Dele pra mim – III

Semeando o amor

Vale a pena ter arriscado, se não o tivesse, não acordaria todos os dias ao teu lado (isso me dá uma segurança e uma força que não dá pra descrever, mesmo te ouvindo reclamar da dor do braço, do cabelo caindo, da eterna dor de cabeça…);

Vale a pena ter arriscado, se não o tivesse, não te sentiria me agarrando (só no início ou no final da noite de sono), mesmo com calor de derreter;

Vale a pena ter arriscado, se não o tivesse, não te veria se levantar cada vez que saio da cama durante a noite;

Vale a pena ter arriscado, se não o tivesse, não estaria compartilhando com você as alegrias e tristezas de formar os seres humanos que estamos tentando;

Vale a pena ter arriscado, se não o tivesse, não estaria comemorando cada conquista ao teu lado (ainda temos algumas pela frente, espero lutar até sangrar, para comemorar as vitórias com você ao meu lado);

Vale a pena ter arriscado, se não o tivesse, não teria como fazer plano de estar ao lado de alguém tão especial até o fim dos meus dias (minha tragédia começou quando percebi que isso poderia não acontecer). Conseguiria, sim, viver sem você, mas não seria a mesma VIDA.

Te amo!

Dele pra mim – II

Por email

Se me perguntasse se ainda penso em você, te responderia: “Impossível, a intensidade foi tamanha que em cada canto do mundo que nos cerca há um pedacinho da nossa história. Portanto, enquanto estiver neste mundo, será impossível te esquecer.

Por isso eu não resisto a cada chamado teu. Vou mesmo e irei sempre, só assim me sinto completo, homem, realizado… quando estou com você. E é por isso que ainda insisto em NÓS. Ainda consigo nos ver como UM.

Um fim de semana livre
Sair daqui, sair de mim
Uma tarde pela areia
Tudo me faz lembrar você …

Descer montanhas
As curvas da estrada
Cenas fortes de paixão e traição
Pelo espelho, a se perder na contramão
Tudo me faz lembrar você …

Um perfume bom
Propagandas de batom
Fantasias pra usar no carnaval
Desatinos, corpos quentes, vendaval
Tudo me faz lembrar você …

Sea, Sex and sun
Tudo me faz lembrar você…

Cigarros e lábios, labirintos átonos
Mudanças de tom, refrões de amor
Verdades e segredos
Reflexos e canteiros de girassóis
Se confundem com você o tempo inteiro

E até hoje não houve um só dia
Em que eu não me lembrasse
Daqueles nossos dias

E até hoje não houve um só dia
Em que eu não me lembrasse de você

Dele pra mim – parte I

Carta de amor

Nasci pra você.

Em cada etapa de minha vida pela qual passo, depois de ter te conhecido, me convenço de que nasci pra viver ao teu lado, pra viver com você e em você.

Te amo!

Seu…

Em tempo: Não sou romântica, nem carente. Ele é muito mais romântico que eu. O fato é que, por algum motivo, a gente se completa. E ele me faz sentir bem. Me surpreende com chocolate, vinho e jantar a luz de velas. Me abraça e me faz sentir minúscula, no alto do meu metro e sessenta e nove.
Ele enche a minha casa e a minha vida de música. Me faz querer esquecer o passado e viver intensamente o presente.

Prova disso é que todos os dias acordo suspirando…

Eita vidinha…

Eu queria escrever. Queria muito. Tem um monte de coisas legal, ou não tão legais pra contar. Mas tenho um monte de livros de Filosofia Medieval pra ler. E eu nem gostei tanto dessa matéria. Mas ta lá na grade e tenho que ler, né. Então, quem sabe outra hora apareço. Ou não. Mas registre-se: ESTOU VIVINHA, FELIZ E CONSCIENTE.

Eu sou assim…

Eu sou filha, sou neta, sou irmã, sou amiga, sou empregada, sou chefe, sou dona, sou tia, sou madrinha, sou mãe, sou Dra. E posso ser avó. Posso ser esposa, namorada ou amante. Eu sou eu.

Posso estar tão triste a ponto de sentir meu coração palpitando, parecendo que vou morrer e você nem perceber. Também posso estar um pouquinho triste e todas as pessoas em volta virem me perguntar o que está acontecendo.

Posso estar tão feliz, mas tão feliz, que minha boca (enorme) não consegue ficar fechada. Mas posso, ao mesmo tempo, estar com um risinho dentro de mim, de uma alegria contagiante que falta pouco pra saltar.

Posso chorar vendo propaganda de margarina, olhando um mendigo na rua, uma criança carente ou por uma calça jeans que insiste em não subir. Posso chorar de alegria, de tristeza, de dor, de amor, de ódio…

Sou forte, mas às vezes posso me mostrar frágil.

Gosto de liberdade, praia, campo, subidas, vôos altos, cheiro de terra molhada, cheiro de mato. Gosto de cozinhar sem obrigação, não gosto da louça que fica. Gosto de scrapbooking, mas não tenho tido meu momento pra isso. Gosto de patins, mas preciso comprar um. Gosto de rua, de gente, de bicho quero distância… Gosto de sexo com amor, de sexo com pegada, de palavras, de barulho, de voz, do peso, do gosto, da sensação.

Gosto de carros, viagens, esportes. Gosto de ler, de dormir, de comer e não engordar (sonho!). Gosto de cinema, DVD, música alta. Gosto de sexo (já disse isso), nada de drogas e rock’n roll numa dose branda.

É uma pena. Mas você não vale a pena.


Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar

Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer

Que é uma pena
Mas você não vale a pena

Não Vale A Pena
Maria Rita
Composição: J. E P. Garfunkel

Ganhei uma Boneca de Presente

Suzi

A maior dádiva que Deus pode nos dar são amigos. E Papai do Céu SEMPRE foi muito generoso comigo, afinal, possuo tantos amigos quanto o número de anos em que vivi: amigos de infância, amigos de escola, amigos de adolescência, amigos de faculdade, amigos blogueiros…

Muitos podem dizer: “Ah! Isso não são amigos, são colegas, apenas conhecidos ou coisa parecida.

Mas reafirmo: NÃO! Meus amigos são A-MI-GOS DE VERDADE. E a gente descobre isso nos momentos mais adversos da vida, quando passamos por maus bocados (como diria minha avó), quando se está no fundo do poço e é possível ver algumas mãozinhas estendidas pra ajudar a te puxar.

Então, ontem Papai do Céu me deu um belo presente. Ganhei uma boneca. E tenho plena certeza que essa boneca será uma amigona que poderei contar em todo e qualquer momento da vida.

 Suzi, seja bem vinda à vida da Danny.

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O PEQUENO PRÍNCIPE
(Antoine de Saint-Exupéry)

E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira…
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita.
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste…
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! Desculpa, disse o principezinho.

Após uma reflexão, acrescentou:
– O que quer dizer “cativar”?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa “criar laços”…
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessiddade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo…

Mas a raposa voltou a sua idéia:
– Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então será maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo…

A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
– Por favor, cativa-me! disse ela.
– Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

– Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!