• Conte a sua história ao vento,
    Cante aos mares para os muitos marujos;
    Cujos olhos são faróis sujos e sem brilho.

    Escreva no asfalto com sangue,
    Grite bem alto a sua história antes que ela seja varrida na
    Manha seguinte pelos garis.

    Abra o peito em direção dos canhões,
    Suba nos tanques de Pequim,
    Derrube os muros de Berlim,
    Destrua as cátedras de Paris.

    Defenda a sua palavra,
    A vida nao vale nada se você nao tem uma boa história pra contar.
  • I am a
    Sunflower

    What Flower
    Are You?

  • I AM A SUNFLOWER

    "When your friends think smile, they think of you. There is not a day that goes by that you can't find something good about the world and your fellow human."
  • Do Jeito que Passou, Passou…

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Ele é só um cara

É só um cara. Não o denso lago de mistérios gozosos onde você mergulhou e ainda não submergiu. Nem o sustentáculo de todos os ossos de seu corpo, tampouco o mármore onde está gravada a suprema razão de sua existência. É só um cara. E quer mesmo saber? É um cara como todos os outros caras.

Esse que te perguntou as horas no meio da rua – podia ter sido ele e você nem ligou. O mendigo, o ginecologista, o padre, o dealer. Ele estava ali o tempo todo. E ele não estava. Ele é só um deles. Vários. Uma legião. E ninguém. É só um cara. E não a sua vida. E não todos os dias da sua história. E não todas as suas lágrimas juntas em um único sábado solitário. Ele não é o destino. É um cara. Existem muitos destinos.

Ele é só um cara que mal sabe escolher as cores da camisa que irá comprar. Não sabe que nome daria a um filho. Não pode ficar mais tempo. Ele é só um cara perdido como muitos outros caras que você encontrou. E perdeu. Ele é só um cara.

 

Tirei dela. Sem pedir. Mas ela é uma pessoínha tão maravilhosa que acho que não irá bigar comigo, não.
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7 Respostas

  1. Tem um tempo que tento me convencer de que ele é só um cara… apenas mais um, quando tudo o que eu pedi é que eu não fosse apenas mais uma. talvez sim, talvez não. O certo é que ele foi alguém, mas não é mais.

  2. Enquanto caminhamos sob o tempo, estamos susceptíveis a mudanças. E, mesmo que tomemos decisões (que para nós são sempre definitivas), ainda assim estaremos sujeitos a mudar. Mudamos o tempo todo. Ainda bem.

    Quando conheci a Ela(Danielle), em Fevereiro de 2004, estava saindo de uma relação, cujo termo se deu por motivo que quem me íntimo sabe. Ela, por sua vez, também se recuperava de algo parecido. Nos apaixonamos, quase que imediatamente.

    Ela(Danielle), com seu jeito conquistador, espontâneo e carinhoso me conquistou, mas fez muito mais que isso, me deu auto-estima, me sentir um homem de verdade, eu (André) a amei e me senti amado por Ela(Danielle). Ela era, pra mim, namorada, amiga, filha, mãe, amante… Mas me amava tanto e me fazia sentir tão amado que eu dizia pra Ela(Danielle), que se ela errasse eu não temeria e nem hesitaria em terminar porque se já havia saído de um, sairia de outro também, quanta arrogância.

    Ela(Danielle), como todo ser humano, errou algumas vezes e eu também, mas por causa do histórico do outro relacionamento eu fui ficando muito chateado, triste e, por fim, “concluí” que não a amava mais. Só que não saía da relação porque ainda a tinha como filha como alguém de quem eu precisava cuidar, mas dizia pra mim mesmo que, por causa de todas essas coisas, eu “não a amava mais”. Enfim, Eu(André) era TUDO pra Ela(Danielle) e Ela(Danielle) pra mim era só alguém que eu “não amava mais” e alguém que eu poderia tirar da minha vida a qualquer momento que quisesse.

    Como estamos todos sob o tempo e, portanto, susceptíveis a mudanças, eu resolvi dizer a Ela(Danielle), que “não a amava mais” e que queria ir. Que precisava de um tempo sozinho, um “deserto”.

    Ela(Danielle) sofreu (quando escrevi tentei encontrar uma forma de quantificar, mas não encontrei). E Eu(André) fui testemunha ocular, fiquei chorando com Ela(Danielle) durante algumas noites inteiras tentando consolá-la, mas estava convicto de que “não a amava mais” e que sairia. Passamos, mais ou menos dois meses assim. Vivi boa parte de calvário dela ao seu lado. Mas convicto de que “não a amava mais”. Cancelei nossa comunidade no ORKUT, excluí vídeo que ela fez pra nós, fiz o que tinha certeza que PODERIA fazer, Eu (André) a “tirei da minha vida”, como isso fosse possível. Fisicamente falando até o é.

    Estamos todos sob o tempo e, portanto, susceptíveis a mudanças e, por isto, foi muito fácil arrancá-la do meu mundo, afinal Eu(André) estava convicto de que “não a amava mais”. Seus argumentos, suas ponderações, suas lágrimas, seus desmaios, suas crises de estresse, me compadeciam, eu realmente sofri com ela (minha filha, amiga, irmã), mas a mulher eu “não amava mais”. ERREI!, Errei feio. Pois bem, bastaram alguns dias privado da presença Dela(Danielle), pra começar a perceber que a minha convicção de que “não a amava mais”, também estava sob o tempo e, portanto, suscetível a mudança.

    Descobri, da pior forma possível, que A AMO, como nunca amei ninguém na vida e que não há mulher neste mundo capaz de me fazer feliz, de me fazer sentir amado, de me fazer sentir homem de verdade. Descobri que não há outra mulher no mundo com que eu queira terminar meus dias, que não há outra mulher no mundo com que eu queira ter um filho(a) e com quem eu queira contar em todos os momentos do que me resta de vida.

    Mas, como estamos todos sob o tempo, e, portanto, susceptíveis a mudança, Ela(Danielle) também mudou, Eu(André) agora sou só um “cara” e Ela(Danielle) alguém sem a qual eu não respiro. Agora, quem me arrancou da vida foi Ela(Danielle), quem “não ama mais” agora é Ela(Danielle) porque Eu(André) sou só um “cara”.

    Acredito muito em Deus, Ela (Danielle) sabe o quanto, e realmente O agradeço por experimentar, em vida, todo sofrimento e dor que causei a Ela(Danielle). A dor física dilacerante, a falta de ar, a arritmia cardíaca a crise de estresse, a humilhação, são indescritíveis e, somente vivendo isso se tem autoridade pra falar sobre. E Eu tenho e Ela tem, Nós dois temos.

    Se a Nós dois for concedida uma única oportunidade de zerarmos e recomeçarmos, teremos uma grande oportunidade de aplicarmos tudo o que aprendemos com tudo o que vivemos, com a vantagem de termos uma história forte, intensa e verdadeira , tanto nos erros (AMBOS), quanto nos acertos. Eu(André) a IMPLORO que nos dê essa oportunidade. Isto faço, na esperança de que, estando nós todos sob o tempo, estejamos todos susceptíveis a mudança.

    Quando isso tudo passar, quando essa dor, esse estresse, essa arritmia, essa fraqueza, essa falta de apetite passarem, não sei o que vai ficar, não sei se estaremos juntos (SUPLICO a Deus todos os minutos para que estejamos), não sei se restará amizade, carinho, admiração, amor platônico enfim, não há como saber o que restará quando isso tudo passar, mas uma única certeza há, vai passar. Afinal, por estamos todos sob o tempo, estamos todos susceptíveis a mudança.

  3. é o que eu digo pra mim mesma há alguns anos… ele é só 1 casa!!!!! bjs

  4. e não são todos? só caras…

    beijo

  5. … ele é só um cara que ganhou um coração e deixou de ser só um cara. Passou a ser “o cara” e assim foi enquanto a magia e o coração seguiam um mesmo ritmo. Mas como todos, ele é só um cara, que erra, ama, e implora…
    Quem não é simplesmente mais um cara?

  6. Cada um tem o seu tempo…

  7. nossa! palavras perfeitas pra ajudar a sair da fossa.
    adorei!
    beijo.

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